domingo, 28 de agosto de 2011

Víciados em mediocridade!


Pode parecer arrogante, pedante e achismo de minha parte. Mas a verdade é que eu cansei de gente medíocre! Sei que se destacar no meio de bilhões de pessoas é uma tarefa praticamente impossível e nem mesmo eu tenho essa intenção, mas também não precisa ser de massa de manobra de tudo e todos e nem ao menos refletir sobre o que pensa, fala e faz. Ninguém precisa fazer coisas extraordinárias todos os dias, muito menos ser um super-herói, contudo creio que ser idiota e fingir-se um pseudo-intelectual de Internet não seja a solução para disfarçar a medíocridade que nos rodeia.
Acho mais digno, mais bonito, mais autentico assumir-se da maneira que é. Independente de qual maneira seja essa. Veja bem, não escrevo com o intuito de me exaltar frente pessoas que talvez (apenas talvez), não se sintam bem com o que são. Mas ser uma funkeira, dançarina de axé, ou garota de programa é de uma nobreza infinitamente maior do que se matar com os livros da biblioteca da sua faculdade para impressionar professor doutor na aula. Creio que ser quem você é, apesar de ser um clichê, é a maior virtude que um ser humano possa ter.
Não sei ao certo se tentar ser uma "pessoa melhor" seja algo tão louvável. Afinal, quem ama aceita. Não estou dizendo para os alcoólatras continuarem no vício, nem para os assassinos continuarem matando, mas a essência deve ser mantida. Se você fala mal das pessoas... fale. Afinal, se não for pronunciado em voz alta, vai ser pensado e sentido. E sinceramente, que hipocrisia pensar e sentir de uma forma e agir de outra não é mesmo? E ainda tem gente que tem a pachorra de dizer "ai meu deus, me perdoe" logo que solta uma frase maldosa sobre algo ou alguém. Ser medíocre deve ser mais fácil, confesso que deve ser muito melhor ser mediano e não se expor, não se "queimar" mas já que você está aqui (na vida)... viva.
E pelo amor de deus (se você acreditar em algum) deixe de ser medíocre pois além de patético, as pessoas sabem que você não é real. Juro que dá pra perceber =D
E transem! (muito)

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Enjoei

Quem nunca foi a uma festa de aniversário de criança e comeu tanto brigadeiro, beijinho, cajuzinho que depois não aguentava sentir cheiro de açúcar por três dias? Ou então aquela música que você achou um máximo quando foi lançada e ouviu tanto que até em seus sonhos a escutava? O ponto é que enjoamos. Enjoamos de praticamente tudo que gostamos e depois de certo tempo de uso ou convivência as coisas não são tão empolgantes como no inicio. Creio que relacionamentos sejam assim, com começo, meio e fim. E no momento que esse fim chega, não significa que deu errado, mas que simplesmente deu certo por um tempo mas algo aconteceu e acabou. Esse algo aconteceu pode ser diversas coisas, mas na maioria das vezes (pelo menos para mim) é quando enjoamos de uma situação. Não acho que pessoas sejam descartáveis e que sempre deva acabar, mas fato é que a maioria dos relacionamentos acaba, mesmo que essa relação não termine. De duas uma, ou o casal se reinventa e consegue inovar de alguma forma, ou o fim é inevitável. Podem achar que essa é alguma forma de promoção a solteirísse, muito pelo contrário. Creio que um relacionamento saudável é aquele que exista paixão, tesão, aquele que há doação em todos os sentidos e cada momento seja eterno dentro das possibilidades da vida útil do casal. E quando começa a dar errado, ficamos devastados, desolados e completamente perdidos pois nem sabemos mais como é viver sem o outro. E para que haja uma recuperaçao dos sentimentos e da vontade de amar.... só mesmo com outro amor. Para os desavisados, a hora certa de dizer adeus é precedida pela indiferença. A verdade é que nada vale a pena sem vontade, sem obstinação. O desejo de que seja para sempre, mesmo que o sempre SEMPRE acabe é o que mantém tudo lindo e inabalável, é o que faz a vida valer, é o que deveria ser cultivados e valorizados na sociedade atual. Acho incrivel como em dias modernos, onde tudo é rápido, descartável e extremamente mal selecionado ainda existem pessoas que mantém uma situação qualquer apenas por comodidade. Enjoamos do video-game, enjoamos dos programas de televisão, enjoamos das pessoas. Acho melhor enjoar de alguém do que enjoar de viver, de amar e de ser feliz.
A verdade é que enjoei de muita coisa, de muita gente e as vezes até de mim. Mas como não é possível me deixar eu sigo assim, me renovando a cada vez que não me suporto mais. Acho que é muito egoísmo de nossa parte, ficar preso em qualquer coisa que não nos dê prazer quando existe tanta coisa lá fora... no mundo. 7 bilhões de pessoas nesse mundo e você aí com medo de ficar solteiro. Posso ser sincera? Tem tanta gente lá fora, tanta gente pra conhecer, viver e enjoar que eu não entendo como algumas pessoas conseguem ser tão simplórias e deixar o mundo escapar.
Tchau... fui viver.

Não enche!


Respeito é aquilo que é direito e dever de todos, certo? 
Errado.
Pelo menos não quando se trata de respeito as opiniões e ideologias das pessoas que nos cercam. Parece que estar de mal humor e querer ficar na sua é crime ou pecado. Se eu tenho que suportar as pessoas insuportavelmente alegres e empolgadas quando estou mal, porque as pessoas super animadas não podem simplesmente me deixar em paz quando eu não estou em paz?
Essa mania absurda de achar que todos sempre devemos estar dispostos, felizes, alegres, receptivos e bem humorados, além de me irritar me faz pensar de onde surgiu essa absurda ideia de que estar bem é o normal. Não me entendam mal, não ou depressiva muito menos amargurada, mas realmente acho que estar alegre a maior parte do tempo não é o mais comum, o usual. Não estou dizendo também que todos devessem fechar a cara e resmungar aos quatro ventos, mas se tratando de século XXI, creio que a maioria das pessoas tenham muito com o que se preocupar e fingir que os aborrecimentos não existem, não nos ajuda a resolvê-los. Dificuldades temos sim, o tempo todo mas o encarar o problema e aceitar que a vida não é perfeita mas pode melhorar é o que faz (creio eu) uma pessoa ser mais evoluída que outras que preferem ser alienadas e mentir para si próprias que o mundo é maravilhosamente perfeito. Respeitar as diferenças e respeitar o estado de espírito de cada individuo não é apenas algo elogiável, mas um dever, uma obrigação desses animadinhos de plantão. 
Pode parecer que isso é argumento de uma pessoa que vive irritada, e realmente é, mas o fato de não estar completamente satisfeita e feliz é o que me faz crescer, ter senso crítico e ver o mundo da maneira que ele é. Nem com um óculos cor de rosa, nem com óculos escuros. Apenas uma lente transparente que me proporciona enxergar os fatos com maior clareza e discernimento para não ser injusta comigo mesma. Em primeiro lugar eu respeito meus sentimentos, minhas raivas, amores, paixões, alegrias e conflitos. Então... não encha o meu saco quando eu já estou de saco cheio. E muito menos me pergunte o que eu tenho quando eu não estou a fim de falar o que estou sentindo. Afinal, se eu quisesse desabafar, eu o faria.
um beijo para os sem noção que acham que eu tenho que estar very happy all the time.

domingo, 6 de março de 2011

O importante é ter saúde?



Já aconteceu de se olhar no espelho e ver uma pessoa estranha? Engraçado como às vezes acordamos nos sentindo poderosos e invencíveis e no outro tão frágeis e perdidos.
Dizem que é a auto-estima, dizem que é o ego, dizem que só é a vida mesmo.
A sensação de não estar se encaixando no seu habitat é tão dolorosa que o isolamento às vezes é inevitável. A luta constante entre a face pública e o lado mais intimo do seu Eu interior já fez muita gente (inclusive eu) torrar alguns neurônios e até soltar uns gritos. Há momentos que tudo o que mais queremos é ser peculiares e únicos, em outros o desejo de se enquadrar dentro do padrão nos consome em uma busca alienada ao encontro do desespero. Afinal, você é o que vê ou vê o que é? Ou ainda, ser é essência ou aparência? As perguntas parecem tolas e as respostas óbvias, mas pense bem, quanto do seu caráter, personalidade e feição foram influenciados pela sua carcaça? Tenho uma teoria, é boba, porém vinda de minha pessoa até faz certo sentido. Creio que as pessoas que foram ridicularizadas na infância são mais interessantes na vida adulta do que aquelas que eram belas e tinham uma lancheira bacana.
O contato com a crueldade infantil (que por sinal é a mais cruel), imprime qualidades irrefutáveis no que se diz respeito ao comportamento em sociedade. Eu por exemplo, era gordinha, a mais alta da turma, usava tampão no olho, sem contar os óculos é claro. Resumindo, a zuada. E se querem saber, sou bem legal hoje em dia (acredite se quiser). O fato é que as situações adversas fazem com que nos adaptemos a elas de maneira que o instinto de sobrevivência nos leva em direção á superação. Aprendizados a parte, a sensação de não estar dentro dos padrões (inantingíveis) ainda é bastante ruim. Pode parecer futilidade querer se encaixar em um modelo de beleza, mas qual mulher nunca quis perder pelo menos 3 kg e qual homem nunca pensou que um bíceps maior seria mais interessante? O belo é desejado, cobiçado e muito valorizado, isso não é contestável. A verdade é que ninguém quer ser feio, gordo, fraco ou cafona. E por esse motivo, cada vez mais são abertas mais academias, clinicas de estética, salões de beleza entre outros. A saúde deixou de ser prioridade há alguns anos e o que massivamente importa é ser lindo(a). Beleza é poder, e isso também não é algo contestável apesar de muita gente fingir que os únicos valores a serem atribuídos á uma pessoa ser caráter, talento e coisas do tipo. Conteúdo convence, é claro, mas é a beleza que atrai. Ninguém é paquerado em um bar, por exemplo, por ser uma pessoa bacana e com princípios admiráveis, o que chama atenção logo de cara é o quão belo você é. E se a beleza não é seu forte, você deve ser duplamente bacana, inteligente, legal, enfim... A aparência muda sim, de alguma forma a maneira como somos vistos e como nos vemos dentro de um núcleo social. Chato isso né?

terça-feira, 1 de março de 2011

Ahhh, o amor!



Por que será que teimamos em querer saber a causa de cada tristeza, de cada angustia que sentimos? Não é possível simplesmente aceitar a melancolia e ser feliz com ela?
Sei que a idéia parece um tanto quanto incoerente, mas a felicidade propriamente dita, (essas de propaganda de margarina) nem sequer existe e estar triste não significa ter uma vida ruim. Desde ontem estou sentindo uma vontade de ficar só, pensar e escrever...
A verdade é que faz um bom tempo que eu não me apaixono e isso para uma pessoa como eu, é quase a morte. Não ter o encantamento de desejar e ser desejada, a vontade de ficar grudada no seu “amor” 24 hs por dia, enfim ... a falta disso me corrói.
Uma coisa eu digo: ser assim é para poucos. O fardo é pesado. Saber que o amor não é para mim as vezes dói, mas me sentir viva a cada paixão intensa que vem como chuva de verão recompensa quase tudo. Quem manda ser passional, intensa e ter alma de poeta?
“Quem sabe eu ainda sou uma garotinha? Esperando o ônibus da escola, sozinha... Eu só peço a deus, um pouco de malandragem... Eu sou poeta e não aprendi a amar”
Acho incrível como os poetas expressam a maior beleza da vida sem ao menos a terem  sentido. Na verdade é tudo imaginação, idealização e por esse motivo é tão belo.
Eu agradeço por não amar, pois amar prende, limita e conforma. Ser livre para viver não tem preço e eu não troco essa liberdade por nenhum amor.
Não é a toa que Vinicius de Moraes casou-se nove vezes. Quando a paixão acaba, juntamos os cacos e partimos para outra. Um pouco humilhados, um pouco magoados mas definitivamente um pouco mais fortes. Não tenho a pretensão de me casar nove vezes, mas pelos vinte anos recém completados creio que eu chegue aos trinta com uma bela coleção de paixões. Sou sim mulher de um homem só. Um de cada vez; (ou não).
É por essa e outras razões que uma mulher muda tanto a partir do momento em que vira mãe. Na maioria das vezes, o primeiro amor é o filho. Se você pensa que ama seu marido, namorado, amante; de duas uma: ou você é do tipo mulherzinha mesmo ou nem têm critério para saber o que é amor. Confesso que não tenho muita vocação para a maternidade, mas estou disposta a encarar (um dia) um barrigão e muita alteração hormonal só para saber como é esse tal de amor. Um segundo de cada vez. É dessa maneira que pretendo viver minha vida desse segundo em diante. Sem muitas preocupações, idealizações e em especial mágoas. “Quem vem com tudo não cansa”. E não precisa ter fim.









terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Amigo estou aqui ♪




Segundo o dicionário, a definição de amigo é: Pessoa a quem se está ligado por uma afeição recíproca. Mas acredito que afeição não seja a palavra mais adequada para se descrever um amigo. Quando ouço uma pessoa dizer: "amigo de verdade", me pergunto se existe amigo de mentira. Se é amigo, é amigo. E se não é amigo, é apenas um coléga, um conhecido. Amizade não se faz, não se escolhe, na verdade nós apenas reconhecemos nossos amigos, é uma ligação de alma.
Eu simplesmente tenho pena das pessoas que se afastam dos amigos quando iniciam um relacionamento amoroso ou quando conhece outros amigos. Namoros vão e vem (e como vão), e pessoas que conhecemos a pouco tempo nem sempre são ou serão realmente amigos. Quando fico sabendo de uma traição entre "amigos", a sensação que tenho é: um desavisado e um iludido.
O desavisado foi quem traiu e o iludido o traido. Só há traição quando há confiança, e francamente algumas pessoas transpiram falsidade. Cabe ao iludido saber quando é amigo ou não. O desavisado,  apesar de ser crucificado muitas vezes, nem sempre é o malvado que pintam por ai. Muitas vezes um dos lados enxerga mais do que existe, idealiza mais do que merecem.
A única certeza que tenho é que amigos certamente fazem a vida valer a pena de uma maneira inexplicável. Quando brigamos com namorado, familia e com o mundo, são eles (os amigos) que nos dão um up para continuarmos a vida.
Amigos são pessoas que a vida, deus, destino (no que você acreditar), colocou na sua vida para que as dificuldades não pareçam tão difíceis, para que o erros não pareçam tão errados e para que as diversões sejam mais divertidas.
Este post foi uma homenagem e um agradecimento aos meus amigos...



Toy Story - Amigo Estou Aqui
Amigo estou aqui
Amigo estou aqui
Se a fase é ruim
E são tantos problemas que não tem fim
Não se esqueça que ouviu de mim
Amigo estou aqui
Amigo estou aqui
Amigo estou aqui
Amigo estou aqui
Os seus problemas são meus também
E isso eu faço por você e mais ninguém
O que eu quero é ver o seu bem
Amigo estou aqui
Amigo estou aqui
Os outros podem ser até bem melhores do que eu
Bons brinquedos são
Porém, amigo seu é coisa séria
Pois é opção do coração (viu?)
O tempo vai passar
Os anos vão confirmar
Às três palavras que eu proferi
Amigo estou aqui
Amigo estou aqui
Amigo estou aqui ♪


Henrique, Camilly, Thais, Bruna, Carol, Marcelle, Luísa, Melissa, Amanda, Estela, Caio e possivelmente algum que eu não citei. Mas os best são esses mesmo. EU AMO VOCÊS!



domingo, 20 de fevereiro de 2011

Casual: Por que [não] ?



Será que as mulheres REALMENTE estão preparadas para um casual?
Falar é fácil, mas se o cara não ligar, ou pior se o cara nem pedir o seu telefone, bate aquela sensação: "Será que ele não gostou de mim? Será que estou gorda? Será que não mandei bem? O que há de errado comigo que não enfeiticei esse homem em uma única transa?"
Se formos pensar no ser biológico, Darwinismo; o ser humano têm apenas um objetivo: Procriar para garantir a sobrevivência da espécie. Mas em um sexo casual, apesar do tesão que te empurra para o  instinto animal, não temos a menor intenção de procriarmos com aquele gostoso que conhecemos no barzinho no sábado a noite em frente a praia.
Então será que realmente é casual? Ou pelo menos será que temos o desejo que fique apenas naquela noite e nada mais?
As mulheres (aparentemente) sonham em se casar e ter filhos, mas a verdade é que o filho é a meta, o homem é só o meio de conseguir o tão desejado pimpolho. Sendo assim, apesar de parecer contraditório o que vou dizer, a maioria as mulheres não se importa muito com o tipo de homem que vão se envolver numa primeira transa, mas passando esse período a coisa começa a mudar.
A realidade é que as exigências começam a partir do momento em que ela sente que a relação pode evoluir para algo mais sério. Mas engano o seu (homem) se pensa que ela quer mudá-lo visando um melhor relacionamento ou então por ter intenções de chegar ao altar simplesmente por amor. O que vou dizer pode acabar com o seu mundo, mas preste atenção: Ela só quer um bom pai para os filhos DELA. Não necessariamente um bom marido, não um bom amante. Evidente que tais coisas são importantes, mas pense bem; quantos casamentos mal-sucedidos estão firmes e fortes só por causa das crianças?
Só usei estes exemplos para ilustrar que sexo casual, apesar de existir (e como existe) talvez não seja de fato o que ele representa em sua real essência. Há quem diga que sexo só é bom com amor, há quem diga que sexo com amor é carinho e sexo bom mesmo seja só sexo.
Opiniões a parte, sexo casual só não é melhor entendido e aceito por falta de prática. Encontrar alguém especial e compartilhar experiências inclusive sexuais é algo a ser valorizado, mas enquanto isso... só use camisinha e seja feliz. Confesso que nunca vou entender esse apego que vocês tem com o NADA. Não namora, não é paixão, não é amor, não é um lance... então por qual motivo se apegar? Esses detalhes vem depois. Junto com todo o resto (se é que terá todo o resto).
As vezes, uma lance pode evoluir para um romance ou vice versa, sendo assim, não há razão para se prender e se restringir. Transe, goze, viva.